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CENAT A escola em saúde mental mais potente do país
Pra quem é Disciplinas Professoras Depoimentos
Turma Nova

Pós-Graduação em
Transtorno do Espectro
Autista (TEA)

Forme-se para atuar com TEA a partir de uma perspectiva psicossocial crítica, ética e centrada na subjetividade. Práticas que reconhecem a singularidade, autonomia e os direitos das pessoas no espectro.

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05/08/2026
início das aulas
📚
360 horas
carga horária
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MEC
certificação
Pós-Graduação em TEA — CENAT
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Desde 2014no campo da saúde mental
"Compreender o TEA a partir da subjetividade significa reconhecer que cada pessoa no espectro é um sujeito ativo, singular e em permanente desenvolvimento — e não um conjunto de déficits a serem corrigidos ou comportamentos a serem padronizados."
— Coordenação do curso
Antes da Formação

Um campo que pede uma outra perspectiva

Muitos profissionais chegam ao TEA com ferramentas biomédicas e protocolos padronizados que não alcançam a singularidade das pessoas no espectro. O resultado: cuidado que apaga, em vez de potencializar.

Durante

Aprenda ao vivo, em rede

Aprenda com docentes referência em subjetividade, atenção psicossocial e TEA. Aplique na sua prática e troque experiências com profissionais de todo o Brasil.

Depois

Formação crítica e prática transformada

Além do título de especialista, você terá repertório para atuar com ética, leitura crítica do diagnóstico, perspectiva da subjetividade e compromisso com os direitos e a autonomia das pessoas com TEA.

Pra quem é essa pós?

Você se reconhece aqui?

Profissionais com graduação que atuem no campo da saúde, saúde mental, educação ou assistência social, além de profissionais interessados no campo do TEA.

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Profissionais da saúde e da atenção psicossocial

Psicólogos(as), psiquiatras, terapeutas ocupacionais, enfermeiros(as) e demais profissionais que atuam com pessoas com TEA no consultório, no SUS ou em serviços especializados. Quer ir além dos protocolos comportamentais.

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Educadores e profissionais da inclusão

Professores, pedagogos, coordenadores e gestores escolares que atuam com estudantes com TEA. Busca fundamentação crítica para construir contextos realmente inclusivos e comprometidos com a aprendizagem.

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Pesquisadores e gestores do campo

Profissionais que atuam com políticas públicas, gestão de serviços ou pesquisa em saúde mental, educação especial e direitos das pessoas com deficiência. Quer aprofundar a leitura crítica e fortalecer práticas intersetoriais.

Como funciona

Estude no seu ritmo, com suporte real

Aulas ao vivo às quartas-feiras, com tutoria, trocas entre pares e avaliações que garantem profundidade real.

Aulas aos Quartas-feiras (19h–22h) | Online e ao vivo

Aulas transmitidas ao vivo todas as quartas-feiras, das 19h às 22h. Todas as sessões ficam gravadas na plataforma para você rever quando e onde quiser.

Tutoria especializada

Acompanhamento com tutor para troca de experiências e construção do conhecimento.

Área do aluno exclusiva

Portal completo com conteúdo organizado de teoria à prática.

📝
Sem TCC

Seminários ao final de cada módulo + avaliação final com a construção de um Projeto Terapêutico Singular ou Projeto de intervenção grupal e/ou comunitária.

Currículo

4 Eixos · 37 Disciplinas

Do histórico-crítico às práticas terapêuticas — uma formação completa, ética e centrada na subjetividade das pessoas com TEA.

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Fundamentos Epistemológicos e Histórico-CríticosClique para ver as disciplinas
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Aula inaugural — 05/08/2026

História e construção social do diagnóstico do TEA: de Kanner ao DSM-5 — 12/08/2026. Percurso histórico do conceito de autismo desde 1943 até o DSM-5, com leitura crítica do "boom diagnóstico" à luz da atenção psicossocial.

Limites do modelo biomédico-categorial: crítica à patologização e medicalização da diferença — 19/08/2026. Exame crítico dos riscos de reduzir a singularidade subjetiva a categorias diagnósticas fixas.

Neurodiversidade: fundamentos, potências e limites como conceito ético-político — 26/08 e 02/09/2026. Origens e contribuições do movimento da neurodiversidade; análise crítica de seus limites internos.

Luta Antimanicomial, Reforma Psiquiátrica e seus desdobramentos para o campo do TEA — 09/09/2026. Princípios da Reforma Psiquiátrica e seus impactos nas práticas com pessoas no espectro.

Capacitismo: conceito, história e impactos nas práticas profissionais — 16/09/2026. Capacitismo como sistema de opressão e suas manifestações veladas nas práticas de saúde e educação.

Legislação e direitos: LBI, Convenção da ONU, PNAIPD e Lei Berenice Piana — 23/09/2026. Marco legal dos direitos das pessoas com TEA no Brasil e suas lacunas na prática dos serviços.

Inclusão educacional no Brasil: tensões entre integração formal e participação real — 30/09/2026. Barreiras institucionais e pedagógicas à permanência e pertencimento de estudantes com TEA.

A perspectiva da Subjetividade de González Rey no campo do TEA — 07/10 e 14/10/2026. Conceitos fundantes da Teoria da Subjetividade como eixo central do programa.

Epistemologia Qualitativa e Metodologia Construtivo-Interpretativo — 21/10 e 28/10/2026 · Daniel Goulart. Bases para uma prática não patologizante e comprometida com a singularidade.

O estigma do diagnóstico: impactos subjetivos, sociais e nas trajetórias de vida — 04/11/2026. A dupla face do diagnóstico: acesso a direitos e risco de cristalizar expectativas limitantes.

🎓 Seminário Avaliativo Integrador do Módulo 1 — 18/11/2026
2
Diagnóstico e Promoção do DesenvolvimentoClique para ver as disciplinas
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Critérios diagnósticos DSM-5 e CID-11: usos, limites e leitura crítica — 25/11/2026. Análise comparativa dos sistemas classificatórios e seus riscos na captura da singularidade subjetiva.

Instrumentos de avaliação do TEA: leitura crítica e contextualizada — 02/12/2026. Problematização do uso acrítico de instrumentos padronizados em contextos brasileiros.

Avaliação e diagnóstico como processo construtivo-interpretativo — 03/02 e 17/02/2027 · Daniel Goulart. Diagnóstico centrado no diálogo, na singularidade e na recusa à redução a escores.

Subjetividade social na escola e na família: como os contextos produzem ou inibem o desenvolvimento — 24/02/2027. Como as configurações subjetivas dos contextos potencializam ou inibem o desenvolvimento no espectro.

Estratégias educativas e tecnologias assistivas no TEA — 03/03 e 10/03/2027. CAA, aplicativos e práticas pedagógicas inclusivas como instrumentos de autonomia e participação.

A família como sujeito: configurações subjetivas familiares diante do diagnóstico — 17/03/2027. A família como protagonista do processo terapêutico, não como objeto de orientação.

Configurações subjetivas individuais no TEA: a singularidade em foco — 24/03/2027. Como as configurações subjetivas organizam modos de vida únicos de pessoas no espectro.

TEA e gênero: especificidades clínicas, mascaramento e diagnóstico tardio — 31/03/2027. O fenômeno do camouflaging em mulheres e pessoas não-binárias e seus impactos na saúde mental.

TEA em contextos de vulnerabilidade social: interseccionalidades e acesso ao diagnóstico — 07/04/2027. Barreiras estruturais e estratégias de atuação comprometidas com equidade e justiça social.

TEA na vida adulta: trajetórias, identidade e qualidade de vida — 14/04/2027. Invisibilidade histórica do TEA adulto e práticas orientadas à autodeterminação e identidade autista positiva.

Comunicação, linguagem e interação social no TEA: perspectivas além do déficit — 28/04/2027. Estilos comunicativos autistas como formas legítimas de expressão subjetiva e relação com o mundo.

Psicofarmacologia crítica no TEA: indicações, limites éticos e risco de violência química — 05/05/2027. Uso ético dos psicofármacos e crítica ao controle comportamental como substituto ao cuidado real.

🎓 Seminário Avaliativo Integrador do Módulo 2 — 12/05/2027
3
Abordagens Terapêuticas e Novas PráticasClique para ver as disciplinas
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Open Dialogue: princípios e aplicações no cuidado de pessoas no espectro — 02/06 e 09/06/2027. Dialogismo, mobilização da rede social e cuidado orientado pela participação ativa da pessoa com TEA.

Abordagens relacionais e desenvolvimentistas: DIR/Floortime e práticas centradas no sujeito — 16/06/2027. O modelo DIR/Floortime e outras abordagens centradas na interação afetiva e na iniciativa da pessoa.

A perspectiva de González Rey: a promoção do desenvolvimento subjetivo — 23/06/2027. Desenvolvimento como produção de sentidos subjetivos — ruptura com marcos normativos e protocolos fixos.

Redução de danos como princípio ético no cuidado ao TEA — 30/06/2027. Autonomia, recusa ao julgamento moral e compromisso com a qualidade de vida das pessoas no espectro.

Arte, corpo e expressão como recursos terapêuticos e psicossociais — 07/07/2027. Musicoterapia, arteterapia, teatro espontâneo e práticas somáticas no cuidado com TEA.

Cuidado em crise: estratégias de suporte sem contenção e sem hospitalização — 04/08/2027. Planos de crise co-construídos, suporte de pares e desescalonamento como alternativas ao modelo manicomial.

🎓 Seminário Avaliativo Integrador do Módulo 3 — 11/08/2027
4
Práticas Interprofissionais e Cuidado em RedeClique para ver as disciplinas
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Trabalho em rede intersetorial: CAPSi, CRAS, CREAS, UBS, escola e outros serviços — 18/08/2027. Articulações e fragmentações da rede de cuidado e proteção social voltada ao TEA no Brasil.

Comunicação e diálogo interprofissional: desafios e estratégias do trabalho em equipe — 25/08/2027. Barreiras ao trabalho colaborativo e estratégias para comunicação horizontal e dialógica.

Ética profissional no cuidado de pessoas com TEA: autonomia, consentimento e direitos — 01/09/2027. Tensões éticas cotidianas e a defesa de direitos como dimensão inegociável da prática profissional.

Projeto Terapêutico Singular (PTS) e planejamento interdisciplinar — 08/09 e 15/09/2027. Construção participativa do PTS com protagonismo da pessoa com TEA e de sua rede de vida.

Estudos de caso com leitura construtivo-interpretativa: discussão coletiva e construção dialógica — 22/09/2027. Análise aprofundada de casos reais a partir da Metodologia Construtivo-Interpretativa de González Rey.

🎓 Seminário Avaliativo Integrador do Módulo 4 — 29/09/2027

Quem vai guiar sua formação

Pesquisadores, professores e profissionais com atuação nacional no campo do TEA, da saúde mental e da atenção psicossocial.

José Fernando Patiño Torres
Coordenador

José Fernando Patiño Torres

Doutor em Educação pela UnB e mestre em Psicologia Cultural pela Universidad del Valle (Colômbia). Professor do Departamento de Psicologia Escolar da UnB. Coordenador do Grupo de Estudo "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia". Pesquisador e palestrante em subjetividade, saúde mental e epistemologia da ciência.

Daniel Goulart
Docente

Daniel Goulart

Professor adjunto da Faculdade de Educação da UnB e orientador do Programa de Pós-Graduação em Educação. Bolsista de Produtividade em Pesquisa CNPq nível 2. Doutor em Educação pela UnB. Vice-presidente do Instituto Fernando González Rey. Atua nas áreas de Psicologia, Educação e Saúde Mental com ênfase na Teoria da Subjetividade.

Thiago Magela Ramos
Docente

Thiago Magela Ramos

Enfermeiro (UFSJ), mestre em Saúde Coletiva com foco em Diálogo Aberto na crise psíquica. Formação em Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Ex-coordenador de CAPS I e gerente de saúde mental. Atualmente docente nas pós-graduações do CENAT e coordenador da Pós em Gestão e Avaliação na Atenção Psicossocial.

Ricardo Lugon
Docente

Ricardo Lugon

Médico Psiquiatra da Infância e Adolescência. Doutor em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS, mestre em Educação pela UFRGS. Professor na IENH e na Universidade Feevale. Pesquisador em saúde mental infantojuvenil. Membro da Abraça (Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas com Autismo) e da ABRASME.

Quem já fez

+1.000 profissionais já transformaram sua prática

★★★★★
"Conseguimos montar 2 projetos e garantir recurso para o CAPS AD e o CAPS Infantil."

Usou a formação para transformar a gestão municipal de saúde mental em Januário/MG.

Luciana Melo
Luciana MeloEnfermeira — CAPS II, Januário/MG
★★★★★
"A pós completa o conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho."

Queria melhorar a prática no SUS. A formação trouxe repertório técnico aliado a trocas ricas com colegas da APS.

Amanda Fernandes
Amanda FernandesProfissional de saúde
★★★★★
"Se a gente quer promover direitos humanos, a interseccionalidade é a base! Essa pós me atravessou."

Psicóloga e mestre pela UFSCAR. A especialização agregou diretamente na prática clínica no SUS.

Andréa Zanardi
Andréa ZanardiPsicóloga — Mestre/UFSCAR
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Investimento

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360h certificadas pelo MEC
Isenção de matrícula
Carteira de Estudante
Clube Carreira CENAT incluso
Sem TCC
Dedutível do Imposto de Renda

Uma decisão segura para sua carreira

Invista na formação que transforma sua prática com condições acessíveis, certificação reconhecida nacionalmente e garantia real de satisfação.

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Garantia de satisfaçãoConclua o 1º módulo. Se não ficar satisfeita(o), cancele sem multas ou encargos adicionais
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Certificação MECFaculdade de São Marcos — Portaria nº 1.371/2012
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Isenção da taxa de matrículaSem custo adicional para garantir sua vaga na turma
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Dúvidas frequentes

Perguntas comuns

Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?+
Sim. A pós é fruto de uma parceria do CENAT com a Faculdade de São Marcos, credenciada pela Portaria MEC nº 1.371, de 23 de novembro de 2012. O diploma tem validade nacional e inclui os nomes dos professores do curso.
Qual a diferença entre lato sensu e stricto sensu?+
A Especialização é lato sensu, com foco em conhecimentos avançados para o mercado de trabalho. Mestrado e Doutorado são stricto sensu, voltados à pesquisa acadêmica. Ambos são reconhecidos pelo MEC, mas têm objetivos diferentes.
Posso iniciar antes de terminar a graduação?+
Não. O MEC exige diploma de graduação concluído (bacharelado, licenciatura ou tecnólogo) para ingresso em cursos de pós-graduação lato sensu.
Quem pode fazer a pós-graduação?+
Profissionais e gestoras(es) com graduação que atuem no campo da saúde, saúde mental, atenção básica e atenção psicossocial, além de profissionais com graduação interessados na área.
Preciso fazer TCC?+
Não. A avaliação é realizada ao final de cada eixo por meio de seminários participativos. No último eixo, a avaliação final consiste na elaboração de um Projeto Terapêutico Singular (PTS) ou projeto de intervenção grupal e/ou comunitária.
Quanto tempo dura a pós? Como funcionam as aulas?+
A formação tem 360 horas e duração de aproximadamente 14 meses, com aulas ao vivo às quartas-feiras das 19h às 22h. As aulas ficam gravadas na plataforma para acesso posterior.
Qual título eu recebo ao final?+
Especialista em TEA: Subjetividade e Atenção Psicossocial — pós-graduação lato sensu com validade nacional.
Como funciona a garantia de satisfação?+
Confiamos na qualidade do nosso projeto pedagógico. Caso você conclua o 1º módulo e não esteja satisfeita(o), poderá solicitar o cancelamento da sua matrícula sem cobrança de multas ou encargos adicionais.
O que é o Clube Carreira CENAT?+
O Clube Carreira é um benefício exclusivo para estudantes CENAT que inclui: plataforma de divulgação profissional e 50% de desconto em outra pós-graduação CENAT.

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